Aluno de Medicina da Emescam Vive Experiência Transformadora em Intercâmbio no Equador

publicado em 13/10/2025

Por Anny Freire

A política de internacionalização da Emescam segue rendendo frutos e ampliando horizontes para seus estudantes. Por meio do CLEV – Centro Local de Estudantes de Vitória, que promove oportunidades de mobilidade acadêmica, o aluno de Medicina Alvim Bragio Alves passou o mês de julho em intercâmbio na cidade de Quito, no Equador, onde realizou estágio no serviço de Neurologia de um dos maiores hospitais do país.

A experiência proporcionou um aprendizado técnico, cultural e humano. Em um centro de referência, Alvim acompanhou de perto casos neurológicos raros, aprimorou o domínio da língua espanhola em contexto médico e participou ativamente da assistência a pacientes de diferentes perfis, desde comunidades indígenas andinas até estrangeiros.

“Foi um privilégio poder aprender em um dos principais hospitais do Equador. Tive contato com casos clínicos complexos e raros, e essa vivência certamente ampliou minha formação médica. Além disso, o intercâmbio me deu a oportunidade de aprimorar o espanhol e de viver a rotina médica em outro país, o que me enriqueceu pessoal e profissionalmente”, destacou o estudante.

A vivência também trouxe reflexões importantes sobre os sistemas de saúde. Durante a estadia, Alvim pôde conhecer de perto o modelo de saúde pública equatoriano e compará-lo com o SUS. “Foi enriquecedor perceber semelhanças e diferenças entre os dois sistemas. Pude compartilhar com colegas e professores de lá como funciona o SUS e, ao mesmo tempo, aprender sobre as práticas do sistema local. Essa troca foi muito valiosa para minha formação”, relatou.

Fora do hospital, a experiência foi igualmente marcante. Hospedado por uma família equatoriana, o estudante mergulhou na cultura local, explorou paisagens como a Cordilheira dos Andes e os majestosos vulcões do país, além de viver momentos únicos. Integrante da Bateria Sangue Verde da Emescam, Alvim levou ainda um pouco da energia brasileira ao tocar durante jogos da Copa América Feminina, inclusive na final do campeonato.

“O Equador é um país lindo e extremamente acolhedor. Poder viver essa cultura tão de perto, conviver com uma família local e ainda participar de experiências musicais foi algo que levarei para sempre na memória. Sou muito grato ao CLEV e à Emescam pela oportunidade de viver tudo isso”, completou.

A experiência de Alvim mostra como a internacionalização é um diferencial estratégico da Emescam, que busca preparar seus alunos para uma medicina globalizada, conectada a diferentes realidades e culturas. Com iniciativas como o CLEV, a instituição mostra que a formação médica vai muito além da sala de aula: é feita de vivências que transformam a profissão e a vida.

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